Como funciona a migração para a nuvem? – Confira 4 tipos de migração!

Como funciona a migração para a nuvem? O que é middleware e quais são as suas vantagens? A migração para a nuvem é o tema central dos desafios atuais relacionados à inovação empresarial.

No conteúdo de hoje, vamos explicar a você de forma clara, simples e direta sobre como funciona a migração para a nuvem. Portanto, caso queira saber mais sobre o assunto, recomendamos que nos acompanhe até o final do conteúdo. Vamos lá, leia com a gente e entenda melhor!

O que é a migração para nuvem?

Migrar para a “nuvem” significa, basicamente, mover os próprios recursos, aplicações e diversos elementos de negócio para um ambiente tecnológico compartilhado, escalável, flexível, calibrado nas diversas necessidades do negócio.

Por que realizar a migração para a nuvem?

O principal objetivo de cada caminho de migração para a nuvem é poder hospedar e aprimorar dados e aplicativos no ambiente mais otimizado possível para a organização, com benefícios significativos em termos de custos, desempenho e segurança.

Não é por acaso que a Cloud Computing é considerada o fator viabilizador da transformação digital nas empresas. O elemento chave para evoluir para a chamada organização ágil.

Mas justamente por isso, a migração para a nuvem apresenta continuamente novos desafios aos departamentos de TI, que hoje se deparam com sistemas híbridos, distribuídos e complexos.

Um caminho de mudança fluida, no qual convergem diferentes ambientes que devem se comunicar de forma eficaz, apoiar rapidamente às mudanças e garantir a sustentabilidade econômica de longo prazo.

Migrando para a Nuvem, mas em qual ambiente?

Já sabemos como funciona a migração para a nuvem? Ainda não, pois precisamos entender sobre o ambiente de destino. A escolha do tipo de ambiente Cloud para o qual direcionar os recursos está no centro desse processo. Entre as diferentes formas de implementação e declínio dos serviços Cloud, uma distinção tradicional é feita entre “Nuvem Pública” e “Nuvem Privada”.

No primeiro caso, a infraestrutura de TI é de propriedade do provedor de serviços que entrega serviços disponíveis ao público através da Internet em recursos compartilhados por vários usuários. No segundo caso, a infraestrutura é dedicada exclusivamente à organização, que tem total controle sobre ela.

Com vista à migração para a Cloud, o Departamento de TI é agora chamado a dar mais um passo em frente e a apostar nos modelos “Híbrido” e “Multi Cloud”, capazes de tirar o máximo partido dos vários métodos públicos e privados de fornecimento de tecnologias buscando garantir uma dinâmica e conexão flexível de serviços de infraestrutura e aplicativos, otimizados para as necessidades de negócios.

Estratégia de migração para a nuvem: como funciona a migração para a nuvem?

O amadurecimento das organizações na adoção da Cloud torna agora necessário clarificar os diferentes caminhos possíveis que permitem migrar aplicativos para a nuvem.

Ao abordar um projeto de migração para a nuvem, deve-se avaliar a estratégia de migração mais adequada para cada aplicação, com base, por um lado, nas necessidades e objetivos de negócios, e, por outro lado, nas restrições de design, tecnológicas e organizacionais, como limites de tempo e orçamento, as características iniciais das aplicações a serem migradas e as competências presentes nas equipes.

A experiência internacional sugere quatro estratégias de referência no caminho de migração para a nuvem: Lift & Shift (Elevação e Mudança), Replatforming (Replataforma), Refactoring (Refatoração) e Repurchase (Recompra). Como as estratégias de migração para a nuvem estão evoluindo?

1. Lift & Shift

O Lift & Shift é baseado na migração de um aplicativo para um novo ambiente de infraestrutura de nuvem (IaaS) em seu estado atual, mantendo o componente de software substancialmente inalterado, limpo de pequenas alterações.

2. Replatforming

Como funciona a migração para a nuvem neste caso? O replatforming consiste em migrar a aplicação, a jusante do seu processo de otimização, para um novo e diferente ambiente de execução na Nuvem (PaaS). Para permitir a adaptabilidade ao ambiente Cloud, trabalha-se no sistema de software, no framework de desenvolvimento e no código fonte da aplicação, mantendo-se inalterada a sua arquitetura lógica.

3. Refactoring

O refactoring, por outro lado, envolve a reescrita parcial ou total e o redesenho pronto para nuvem do aplicativo antes de sua migração para o ambiente de nuvem (IaaS ou PaaS). Nessa estratégia, a arquitetura lógica e o código-fonte do aplicativo são totalmente impactados.

4. Repurchase

Por fim, a estratégia de repurchase representa o descomissionamento do aplicativo e sua substituição por meio da adoção de um novo serviço baseado em nuvem. Nesse sentido, a recompra pode ser entendida não como uma migração real para a nuvem de uma aplicação pré-existente, mas como sua disposição em favor da introdução de um novo serviço SaaS.

Esperamos ter ajudado você a compreender de forma mais completa como funciona a migração para a nuvem. Caso ainda possua dúvidas, deixe seu comentário logo abaixo que vamos lhe responder assim que possível. O que achou do conteúdo? Deixe também a sua opinião sobre esse tipo de serviço. Até a próxima!

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