Como é a burocracia para financiar uma casa?

O sonho de possuir a casa própria é compartilhado por muitas pessoas e, por isso, a busca por imobiliárias que prestam serviço de venda é crescente. Diferente de alguns anos, atualmente é mais fácil e acessível, por isso cada vez mais e mais pessoas têm seu imóvel próprio. 

Umas das principais alternativas para conseguir isso é por meio do financiamento imobiliário, mas não se engane esse processo pode ser bastante burocrático envolvendo várias etapas e verificações. 

Além disso, comprar um imóvel requer uma certa organização e planejamento financeiro, além de uma série de documentos que precisam ser aprovados em todas as etapas para que, finalmente, você consiga conquistar oficialmente seu imóvel. E quando envolve financiamento imobiliário pode levar ainda mais tempo e ser mais complicado. Para não ter dúvidas quanto a esta documentação, solicite o auxílio de um bom advogado imobiliário.

Mas não se assuste, mesmo sendo um processo difícil, não é algo impossível e muitas pessoas estão conquistando seu sonho através desta alternativa. Tem dúvidas e quer saber mais sobre como é a burocracia para financiar uma casa? Então continue conosco, esse post é perfeito para você. 

Como funciona o financiamento de uma casa? 

Há várias maneiras de financiar um imóvel, e o primeiro passo é escolher qual melhor se adequa a sua realidade. Cada uma delas terá suas próprias exigências e regras e vamos te mostrar alguma delas:

SBPE

O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo é uma das opções na hora do financiamento, ele não requer um limite de renda, isso facilita bastante e dá acesso a um maior público, mas entre as opções possíveis, essa apresenta uma das taxas mais altas. 

Quando o valor da casa está no limite SFH, as taxas de juros não podem ser superiores a 12%, mas caso esteja fora desse limite, essas taxas podem ser maiores. 

FGTS 

O financiamento com o FGTS está dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Os valores dos imóveis geralmente variam de acordo com o período. Essa, sem dúvidas, é uma das opções mais utilizadas no Brasil, pois todos aqueles que trabalham de carteira assinada recolhem o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. 

Porém só poderá fazer esse tipo de financiamento quem possui uma determinada renda familiar máxima, as taxas de juros são menores que na opção anterior. 

Construtoras

O refinanciamento também pode ser feito diretamente em uma construtora e pode ser mais flexível na hora da negociação. 

Nessa opção não há limites quanto a valores de financiamento de renda ou de taxa de juros, mas o comprador corre alguns riscos como por exemplo perder a casa caso a empresa venha a falir ou ter alguma dívida com o banco, por se tratar de uma hipoteca com a instituição. 

Programa habitacional do Governo 

O ponto chave dessa modalidade é a assistência a diversas faixas de rendas, como por exemplo a redução na taxa de juros. 

O programa do governo Minha Casa Minhas Vida agora é chamado de Casa Verde e Amarela com novas faixas de renda e taxas. Há uma maior facilidade no financiamento nesta opção. 

Quais as etapas do processo de financiamento?

Mas como é toda a burocracia? Depois da primeira etapa de escolher a melhor forma de realizar o financiamento do seu imóvel é hora da documentação. Na fase inicial será necessário apresentar os documentos originais e cópias. Esses geralmente são RG, CPF, extrato bancário, declaração de Imposto de Rendas, entre outros. 

Será necessário comprovar a renda, pois é isso que irá dizer qual o valor da parcela que a pessoa interessada no refinanciamento poderá e quantas serão essas parcelas. Lembrando que o valor das parcelas não pode ultrapassar 30% da renda familiar mensal bruta. 

Também será feita uma análise cadastral para verificar se o comprador possui alguma inadimplência, como por exemplo no Serasa e também outras fontes de consultas.  

Após a etapa de documentos, se estiver tudo de acordo, será a etapa de avaliação da casa. 

Na etapa de avaliação a casa a ser financiada será verificada para que se possa confirmar o valor do imóvel. 

Após esse processo será formulado o contrato que será registrado em cartório e após será entregue à agência bancária e somente depois de tudo isso será liberado o crédito de financiamento para o vendedor, já o comprador irá começar a pagar as parcelas acordadas com o banco. 

Conclusão

Agora que você conhece os tipos de financiamentos para compra de casas e apartamentos, é hora de escolher a alternativa que cabe no seu bolso e conquistar definitivamente seu espaço.

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